Brasil como potencial capital mundial de cirurgia plástica

Imagem retirada de https://oportaln10.com.br/entretenimento/brasil-como-potencial-capital-mundial-de-cirurgia-plastica-93110/
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Os números não mentem: o número de cirurgias plásticas no Brasil não para de aumentar, ano após ano. Segundo números da International Society of Aesthetic Plastic Surgery (Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica e Estética, ISAPS), o brasil aumentou em 5% o número de cirurgias realizadas em 2017. Neste momento, são realizadas mais cirurgias plásticas no Brasil do que no Japão ou que no México. Apenas os Estados Unidos da América superam em número o Brasil.

Contudo, enquanto o número de cirurgias no brasil se encontra em crescimento, no caso norte americano, o número encontra-se em queda, o que significa que o Brasil poderá destronar os Estados Unidos da América, se esta tendência se manter.

Como prova deste fenômeno, São Paulo foi, durante os dias 15 e 16 de março, a capital do bisturi, onde gurus das cirurgias plásticas se reuniram para o 20º Simpósio Internacional de Cirurgia Plástica, maior e mais importante evento da categoria. Nomes importantes como Boris Henríquez González, Jorge Herrera, Patrick Sullivan, Giancarlo McEvenue, Stefan Danilla ou Suleyman Tas fizeram presença no certame, expondo e debatendo as suas últimas novidades nas técnicas cirúrgicas.

Aqui pelo Brasil, as intervenções mais comuns são, por ordem decrescente: Aumento de mama 15,6%; Lipoaspiração 14,6%; Cirurgia das Pálpebras 12,5%; Rinoplastia 8,1%; Abdominoplastia 7,5%; Elevação do Seio 1%; Enxerto de Gordura – Face 5,6%; Redução de Mama 4,5%; Facelift 4,3%; Aumento de nádegas – transferência de gordura 3,1%.

Sobre a cirurgia plástica mais frequente, dados também lançados de um estudo da ISAPS revelam que no Brasil cada vez mais adolescentes realizam aumentos mamários. Em 2016, cerca de 7% das cirurgias de aumento de mama foram realizadas em jovens com menos de 18 anos, o que coloca o Brasil na liderança em número absoluto de jovens que passam por esse tipo de cirurgia.

Já a nível dos médicos, o Brasil é o segundo país do mundo, onde a percentagem de médicos que admite ter realizado este procedimento em menores de idade é maior, com 18,6%, vindo em segundo o México, com 20%. Para comparação, nos estados unidos apenas 7% dos entrevistados admitiram tê-lo feito.

Este é um tipo de prática que gera algum debate entre os médicos da área, pois muitos são contra a realização de cirurgias plásticas em pessoas que ainda estão crescendo e se desenvolvendo. É geralmente aceito que aos 18 anos, o desenvolvimento está mais ou menos estabilizado, mas há quem sofra ainda alterações até aos 21 anos, dizem os especialistas da ISAPS que realizaram os estudos.

A nível dos procedimentos não-cirúrgicos, os mais populares continuam a ser injetáveis com a Toxina Botulínica (vulgarmente conhecido por Botox) que ocupa o número um dos procedimentos não-cirúrgicos. Houve um aumento de 1% em relação ao ano anterior, representando aproximadamente 5 milhões de procedimentos no total.

Por isso, podemos dizer que existem uma real possibilidade de estarmos vivendo naquela que poderá ser a capital do mundo das cirurgias plásticas. Maior competição no serviço poderá significar melhor serviço e melhores preços, por isso todos temos a ganhar com isso.

fonte: O Portal N10

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