Principais erros que as pessoas cometem ao buscar cirurgia plástica

Imagem retirada de https://exame.abril.com.br/ciencia/5-mitos-sobre-cirurgia-plastica-que-ninguem-te-conta/
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Conhecido por ser um país de renomados cirurgiões plásticos, o Brasil além de posicionar o segundo lugar no ranking de países que mais realizam cirurgias plásticas no mundo, é destino também de estrangeiros em busca de operações e tratamentos estéticos. De acordo com a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS), somente em 2015 foram realizadas 1.224.300 cirurgias do segmento com fins estéticos em território nacional.

Muitas vezes o resultado de uma cirurgia plástica não condiz com o que o paciente esperava, e nem sempre isso é culpa do médico. Em diversas ocasiões, o principal culpado é o próprio paciente, e para destrinchar os principais equívocos cometidos ao buscar uma operação, o médico cirurgião plástico Luiz Filipe Costanzo explica a importância e o porquê de cada etapa, desde a primeira consulta do paciente, até as orientações do pós operatório.

Definir qual cirurgia quer fazer antes de consultar um especialista
É comum o paciente chegar em uma consulta com o nome do procedimento que acredita ser o mais adequado para algo que lhe incomoda em sua aparência, ou por orientação de uma amiga ou amigo ou por pesquisas na internet. No entanto, esquecem de analisar as diferenças anatômicas, tipo de pele e características inerentes. É importante que o paciente saiba que somente o cirurgião plástico será capaz de definir o que é possível ser feito com as individualidades de cada pessoa e qual é o procedimento ideal para alcançar a harmonia desejada pelo paciente. “É normal pacientes que pedem para corrigir uma determinada área do rosto, como por exemplo o bigode chinês. Mas para a correção do mesmo temos que atuar em outra região malar (área da bochecha), para ter um resultado perfeito”, exemplifica o médico.

Esperar que o resultado da plástica fique igual de outra pessoa
Muitas vezes as pessoas se baseiam em procedimentos estéticos realizados por famosos ou conhecidos que tiveram um bom resultado, porém, se esquecem que cada indivíduo possui características únicas. A criação da expectativa que acaba ocorrendo por causa disso se torna um grande problema para o paciente, que irá idealizar uma imagem que nem sempre é possível de concretizar. “Recebemos pacientes que trazem revistas com foto de artistas buscando um nariz ou lábios, por exemplo, igual mas esquecem que a harmonia facial se faz com o todo. Um determinado formato de nariz pode ser bonito para um e feio para outro”, explica o especialista que enfatiza que a harmonização facial é de extrema importância durante os procedimentos. Somente um cirurgião plástico poderá avaliar o determinado caso de cada paciente e buscar as possibilidades mais eficazes para alcançar o objetivo desejado de cada paciente.

Esconder alguma informação do médico
O uso de medicações como antidepressivos e calmantes podem causar problemas quando associados com as anestesias, podendo até ocasionar problemas alérgicos, hepáticos e renais, despertados por sangramentos acentuados. Por causa disso, algumas pessoas podem esconder algumas informações do médico com medo que o profissional não aprove a cirurgia. É necessário relembrar a importância de sempre ser 100% transparente com o médico, e responder com sinceridade todas as informações questionadas pelo cirurgião. Para o especialista, é evidente que as pessoas já estão mais bem informadas, demonstram preocupação com a saúde e são as primeiras a perguntarem. “Não tenho mais evidenciado pacientes que omitem uma doença ou até mesmo tabagismo e uso de medicamentos controlados para fazer uma cirurgia plástica”, explica Costanzo.

Não seguir as orientações do médico no pós operatório
Cada cirurgia tem um pós-operatório específico determinado, a partir da cirurgia feita. E cada recomendação solicitada pelo médico deve ser seguida, pois em caso contrário, a falta de cuidado durante esse período pode influenciar no resultado final do procedimento, podendo inclusive fazer o paciente correr riscos desnecessários. “Paciente que vai a piscina sem a ferida operatória já estar cicatrizada, levando a infecção da mesma. Paciente tabagista que é orientado não fumar no pós pela ação vasoconstritora do mesmo, sendo assim demorando mais o processo de cicatrização. Carregar peso ou fazer atividades físicas quando solicitado repouso, podendo levar a deiscência de pontos e formação de hematomas”, lista Costanzo.

Escolher o profissional através do preço
Escolher um médico pelo preço é totalmente errado em qualquer situação. Primeiro que “barato” e “caro” é relativo, o que pode ser caro pra uma pessoa nem sempre é caro para a outra e vice versa. Porém, escolher o profissional que cobre mais por achar que é o mais competente é um equívoco tão grande quanto optar pelo médico que cobre menos para não gastar muito. O paciente deve escolher a partir do profissionalismo do médico, fazendo pesquisas para verificar se o médico fez outros cursos ou investiu em pós graduações, por exemplo. “Esse é um assunto muito amplo, pois podemos ter um cirurgião renomado que cobra caro e vários pacientes ficaram felizes com os resultados, assim como uma pessoa pode não gostar do mesmo procedimento realizado pelo mesmo médico. O resultado final depende também de muitos fatores externos, e por isso o paciente não deve depender do valor da cirurgia na hora de optar por alguma operação”, explica o médico.

fonte: Gazeta Esportiva

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