Resultado bem-sucedido de otoplastia é capaz de eliminar traumas causados por bullying

Imagem retirada de https://www.terra.com.br/noticias/dino/resultado-bem-sucedido-de-otoplastia-e-capaz-de-eliminar-traumas-causados-por-bullying,1ace07af9dcaa0583b5d9c6aaf3975b11v5dqp19.html
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A orelha de abano é uma deformidade que, ao contrário de outras, não gera compaixão nas pessoas e, sim, deboches, o que é muito prejudicial no aspecto emocional. A infância e a adolescência, sem dúvida, são períodos bastante delicados da vida, pois neles descobrimos e desenvolvemos, de fato, nossa identidade. Mas, se engana quem pensa que os problemas psicológicos desaparecem naturalmente na fase adulta.

Os reflexos na vida adulta podem ser bastante impactantes, pois não se restringem à estética. O desenvolvimento atípico da personalidade que ocorre ao longo da infância e adolescência faz com que a pessoa comorelhas de abanotenha dificuldade de aceitação da própria imagem.

Ao longo da vida, o indivíduo que sofreu por conta desse tipo de bullying pode somatizar situações e agravá-las com o passar do tempo, com quadros de sentimento de inferioridade, timidez excessiva, depressão, isolamento e insatisfação. Dificuldades na abordagem afetiva e a sensação de inabilidade para alcançar conquistas profissionais, tais como insegurança em entrevistas de emprego e desistir de concorrer a promoções no trabalho, também podem ser reflexos das orelhas de abano.

Contudo, hoje, por meio de modernas técnicas e profissionais capacitados, o resultado bem-sucedido da cirurgia para a correção da orelha de abano, chamada de otoplastia, é capaz de minimizar e até eliminar traumas causados pelo bullying. É a medicina a serviço da estética, do bem-estar e do equilíbrio emocional no mesmo procedimento.

Ter orelha de abano não sacramenta uma vida conturbada por conta do bullying. Algumas crianças até encaram a orelha de abano numa boa, mas em muitos casos é o estopim para o início de uma fase traumática. Adolescentes são muito suscetíveis às críticas, pois, como as crianças, ainda não possuem maturidade para superá-las com facilidade. A desinformação leva muitas pessoas a procurarem uma solução somente na fase adulta.

"A cirurgia para a correção do abano é indicada a partir dos seis anos, porque nessa fase a orelha já atingiu um tamanho muito próximo a do adulto", explica Dr. Mauro Speranzini, maior especialista brasileiro na cirurgia de correção de orelhas de abano - otoplastia. "O assunto deve ser cuidadosamente abordado, mostrando para a criança ou adolescente os benefícios da correção - motivados, eles são muito mais colaborativos, o que facilita todas as etapas do tratamento", ressalta o médico.

Estar atento aos filhos e estabelecer conversas diárias a respeito de suas vivências é a melhor maneira de perceber suas angústias e seus desejos e, consequentemente, decidir em conjunto o melhor momento para realizar a cirurgia.

A otoplastia é um procedimento cirúrgico de baixo risco. Normalmente o paciente volta para casa no mesmo dia. Realizada com anestesia local, tem pós-operatório seguro e tranquilo, com baixo índice de complicações. Mas vale destacar que a otoplastia mal realizada é de difícil ou impossível correção, portanto, a escolha do médico é fundamental para que se alcance o resultado estético e psicológico esperados.

Um alento para quem se submete à otoplastia. Motivo de orgulho para o Brasil
Até então, estatísticas médicas indicavam que entre 10% e 15% dos pacientes teriam que refazer a cirurgia em algum momento, por conta do retorno da orelha de abano à posição original, movimento chamado de recidiva. No entanto, essa especialidade da cirurgia plástica experimenta uma nova e revolucionária era.

A explicação está na associação de duas técnicas inéditas desenvolvidas pelo Dr. Mauro Speranzini, que tem proporcionado aos pacientes resultado definitivo no primeiro e único procedimento, isto é, os pacientes não precisam se preocupar com a possibilidade das orelhas operadas, depois de um tempo, voltarem a ser de abano em algum grau.

A iniciativa resultou no reconhecimento imediato da comunidade médica nacional e internacional e, ainda, na incrível marca de recidiva zero - as orelhas não retornaram à posição original - nos últimos 200 procedimentos realizados na clínica Speranzini. De quebra, também rendeu um capítulo na conceituada obra Cirurgia Plástica na Infância e na Adolescência, escrita pelos colegas cirurgiões Dr. Mario Santoro Junior e Dr. Juarez M. Avelar.

Por meio da participação nos principais congressos da especialidade, o cirurgião dissemina suas descobertas, contribuindo diretamente para o bem-estar e autoestima de milhares de pessoas que sofrem ou sofreram com bullying originado pelo problema da orelha de abano.

fonte: Terra

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